4 de fevereiro de 2010

Ontem foi o segundo dia do EEC 2010 e o que eu observei através das palestras é que o Brasil já utiliza a maioria das boas práticas e ações apresentadas no evento, demonstrando que estamos alinhados e atualizados com o que há de mais novo no mercado. Ao mesmo tempo observei várias novidades, o que significa mais trabalho pela frente, e isso é sempre muito motivador.

A integração com as mídias sociais nesses dois dias foi falada com a mesma naturalidade que se falava sobre o mobile há um ou dois anos.

Apesar de ser a menina dos olhos dos profissionais de marketing, as mídias sociais trouxeram novos desafios para as empresas. Torna-se essencial monitorar o que se fala nas redes sociais sobre a empresa, as marcas, os concorrentes, os funcionários, principais profissionais, produtos, clientes, e muito mais.

Surge, portanto, a pergunta: Como monitorar tudo isso? Como responder ou reagir em tempo hábil? Como mensurar e analisar essas novas informações? Como diferenciar as mensagens realmente importantes? Como saber se as mensagens sobre você ou seu produto são positivas ou negativas?

Nesse novo cenário surgem novos tipos de profissionais, com perfil totalmente diferente dos atuais profissionais de marketing, são os denominados gerentes de mídias sociais. Também surgem novos softwares para monitorar as redes, novos indicadores de popularidade de uma empresa ou produto, novo tipo de investimento em campanhas de CRM, e na seqüência, um novo tipo de criação, e por trás de tudo isso, a necessidade de mais segmentação, em conseqüência novos dados coletados, testes e pesquisas.

É fascinante observar que mesmo sendo algo relativamente novo, esses temas foram abordados no evento com naturalidade e maturidade.

E o que o e-mail tem a ver com tudo isso?  Em um mundo onde existem milhões de redes sociais, comunidades, e a cada dia se cria um novo, uma das poucas formas de identificar e conectar o usuário em diversas redes é, novamente, o famoso e-mail.

Quase todas as redes e comunidades exigem o e-mail como identificador e meio de informar alertas e avisos sobre a rede, dessa forma o e-mail passa a ser simultaneamente a mídia, o identificador e o conector. Ou seja, agora a preocupação com o e-mail deixa de ser somente analisar as aberturas, entregabilidade, validade ou não, se conseguimos visualizar a peça, etc. Muita vezes o cliente não abre e-mails mas utiliza a rede para se comunicar e comprar.

Quem sabe j`estamos perto de chegar no dia em que o ID das pessoas serão universais…

Por Marcia Yoshimi Asano – Diretora de Database Marketing da Abril

Fonte: ABEMD – Associação Brasileira de Marketing Direto

Compartilhe!


Postado por Equipe PostX às 7:28    |   0 Comentário      

>>COMENTÁRIOS<<

Ainda não foi comentado.